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Wednesday, July 30, 2014

AS VIAGENS DE GULLIVER, DE JONATHAN SWIFT


AS VIAGENS DE GULLIVER – Na minha infância um livro que me embalou por dias infindos foi As viagens de Gulliver, do escritor irlandês Johanthan Swift (1667-1745). Fiquei deveras maravilhado a partir da primeira viagem do cirurgião inglês Lemuel Gulliver aceitando convite do capitão William Prichard com seguia em seu navio rumo aos mares do sul. O naufrágio nas Índias Orientais, leva o nosso herói até a praia, depois de muito nadar. Ao acordar, está amarrado e prisioneiro de pigmeus no país de Liliput. Como se tornara gigante praqueles aldeões, passou a conviver com eles até conseguir a sua liberdade e conhecer a metrópole, passando a ser chamado de o homem da montanha, sendo ordenado a enfrentar o povo Blefuscu, inimigo deles. Vence a batalha e se torna amigo do rei vencido. Há, então, uma conspiração do rei de Liliput para matá-lo e, com ajuda do povo de Blefuscu é ajudado a retornar para Inglaterra. Dois meses depois, parte para nova viagem com destino a Surat e, no meio de uma tempestade, é levado para a ilha de Broddingnog, habitada por gigantes. É recolhido pelo lavrador Grilbrig que o exibe como miniatura de gente obtendo muito lucro. Com o passar do tempo torna-se o brinquedo preferido da rainha e a ensinar o rei as coisas de seu governo. Depois de muito tentar, num descuido de um menino, é arrastado por uma águia até cair no mar e ser encontrado por marinheiros, retornando à sua casa. Vem, então, a terceira viagem a convite do capitão William Robson para as Indias Orientais, sendo na travessia do mar, assaltado por piratas que o deixam numa canoa, chegando até a ilha de Laputa. Aí obteve permissão para visitar a ilha de Balnibardi, na qual ele ensina melhoramentos para os projetos desenvolvidos cientificamente. Queria retornar para casa, mas não dispunha de navio, até que foi à ilha de Glubboubdrib de onde se dirigiu para o Japão, sendo recebido com muita cordialidade em Luggag, até chegar no destino pretendido e retornar ao seu lar. Empreende nova viagem, é traído e largado num bote em alto mar, até chegar no país dos Houyhnhnms governado por cavalos. Aí ele é ajudado por um alazão que o ajuda a fugir. Essas viagens são sátiras do autor aos desafetos políticos e da natureza dos europeus, criticando a colonização, sem, no entanto, deixar de ser um excelente exercício para imaginação e fantasia.