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Sunday, November 30, 2025

MINHA CUMADI FULOZINHA, DE GIVA SILVA

 

 Somos filhos da Mãe da Mata e tivemos com ela, cada qual, as suas experiências. Justamente por isso mesmo: desde a mais tenra idade a Cumadi Fulozinha faz parte das nossas vidas. E há quem, como eu e o autor desta obra, tenha vivenciado muito e tanto, a ponto de, em si, manter sagrada as marcas ancestrais vivas em sua espiritualidade. Afinal, confesso: até hoje ela vive comigo. Além do mais, outras coisas contadas e cantadas: somos causas e consequências de histórias - todas emergentes a cada dia, a cada ano vivido, em cada momento do presente que passou agorinha mesmo. Eita! Foi. Inventamos estórias por vivermos dos porquês, fatos, fantasias, devires. Vivemos do que vem de dentro: o que é e será sempre. Enfim, somos todos hestórias (LAM).

Texto escrito para a publicação do livro Cumadi Fulozinha (2025), do educador, comunicador e militante indígena Giva Silva (Givanildo M. da Silva), que é o idealizador e coordenador da Tv Imbaú. O livro é ilustrado pela artista Ariana Atanazio e é memorialístico e onírico, mergulhando nas lembranças de um menino guiado pelo avô num universo de descobertas infinitas. No centro dessa jornada, como objeto de fascínio e curiosidade, está uma das figuras mais enigmáticas e fundamentais da cultura indígena e popular do Nordeste: a protetora das matas, Cumadi Fulozinha. Com uma narrativa que oscila entre o real e o imaginário, o texto evoca não apenas as memórias afetivas da infância, mas também a força mítica dessa entidade guardiã, cuja presença transcende as histórias sobre ela para se tornar um símbolo de resistência e mistério. O avô, como narrador e guia, conduz o menino (e o leitor) por um mundo, no qual os limites entre a realidade e o sonho se dissolvem, revelando a profunda conexão entre a cultura ancestral e a formação de um imaginário pessoal. Assim, a obra comemora a tradição oral, o afeto familiar e o poder das histórias que moldam quem somos—ou quem desejamos ser. Veja mais aqui.

 


Saturday, November 22, 2025

ARTE AFRO NA ESCOLA IVONETE LINS

 

Os alunos do 7º ano A, da Escola Ivonete Ferreira Lins, realizaram atividades comandadas pela professora Luciana Girlan, com oficina de máscaras africanas, com o uso de papelão e tintas coloridas, denominada Rostos da África, na qual buscou-se a promoção do reconhecimento e da valorização da cultura africana e afro-brasileira. Veja mais aqui & aqui.







ARTE AFRO NA ESCOLA CAIC

 

Os alunos no 9º B e 8º C da Escola Caic, comandados pela professora Fátima Portela, realizaram atividades de Artes.

O trabalho da turma 9º B consistiu na realização de pintura africana em telha, uma técnica artesanal que adapta a rica tradição da arte africana (como a pintura corporal e os motivos geométricos), para a decoração de telhas de barro, criando peças decorativas únicas. Embora a arte africana em si seja diversificada e tradicionalmente vinculada a propósitos culturais e rituais, sua aplicação em telhas no Brasil é uma forma de artesanato moderno, frequentemente inspirada nas formas, cores e símbolos africanos.

Já os alunos do 8º ano C destacaram a realização de atividades com a confecção de pequenos quadros com Pinturas Africanas, nas quais as máscaras africanas são exemplos de instrumentos tradicionais destinados a rituais religiosos e sociais, utilizados por diversas etnias africanas.

Foram vivências realizadas pela Escola das Adolescentes com a apresentação da singular arte africana, que apresenta aspectos referentes aos costumes, aos objetos e às crenças de seus povos, vivenciando, portanto, a Consciência Negra. Veja mais aqui & aqui.