BRINCARTE

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Saturday, September 05, 2015

BOA SAÚDE PRAS CRIANÇAS E TODOS NÓS!!!!



 
BOA SAÚDE – Algumas recomendações para se ter boa saúde, passam pelos itens a seguir:

Respirar ar puro dia e noite, nunca ficando em ambientes fechados e poluídos, porque estragam o nosso sangue.

Apanhar sol regularmente pois ninguém pode viver bem sem ele, mas nas horas mais quentes deve-se proteger a cabela.

Beber agua pura pelo menos sete a oito copos por dia, de preferência água natural. Em jejum um copo de água puro faz muito bem à saúde.

Cuidar da água, evitando-se águas poluídas com venenos químicos. Se for água de poço é necessário que esteja distante da fossa pelo menos uns quinze metros e muito bem fechada.

Tomar banho todos os dias.

Movimentar-se bastante, pois o movimento é vida.

Dormir sono tranquilo de sete a oito horas por dia.

Ter contato com a terra ou grama ou pedra diariamente para descarregar a eletricidade do corpo, pois isso atua como um calmante.

Procurar estar em paz consigo e com os outros.

Ingerir alimentos naturais todos os dias, principalmente fibras (farelo de trigo ou de arroz) junto com a comida, bebendo bastante água, comendo frutas e verduras cruas, para melhor desempenho dos intestinos. Também maçã, cereais integrais, pó da folha de macaxeira, casca de ovo moída, canjica de arroz ou milho, mingaus com semente de abóbora ou melancia ou girassol ou gergelim.

Respirar sempre, exercícios de respiração profunda.

E veja mais aqui e aqui.


VAMOS APRUMAR A CONVERSA?
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Saturday, July 18, 2015

PROJETO O MUNDO ENCANTADO DA LEITURA DO SESC JARAGUÁ


PROJETO O MUNDO ENCANTADO DA LEITURA – Esse foi o Projeto Mundo Encantado da Leitura, desenvolvido pela unidade de educação do Sesc Jaraguá – Maceió - Alagoas, comandado pela Diretora Meire Célia, coordenadoras e professoras, com os alunos da educação infantil da instituição. Quero manifestar aqui a minha eterna gratidão a todos os profissionais do educandário.

Veja mais Sesc Jaraguá aqui.

Tuesday, February 03, 2015

PAIS QUE EDUCAM, DE CERES ALVES DE ARAUJO


PAIS QUE EDUCAM – O livro Pais que educam: uma aventura inesquecível, de Ceres Alves de Araujo, trata sobre a preocupação dos especialistas no ensino sobre a reestruturação do papel da escola e do professor, com a percepção de que a aplicação de teorias psicológicas e pedagógicas, que tiveram sua importância no passado, talvez não sirva, na sua totalidade, nos dias de hoje, podendo ter efeitos colaterais indesejáveis, como estimular o desenvolvimento de uma criança onipotente e prepotente, que acha que sabe mais que o professor, os pais e de todos. Nessas condições, não vê ninguém em posição de lhe transmitir algum ensinamento. A tendência dessa criança é se fechar para o aprendizado com o outro, o que pode ser catastrófico para ela mais tarde. Trabalhos recentes nas áreas de educação e da psicologia mostram que a criança precisa aprender da mesma forma com que o homem desenvolve sua inteligência mediante o relacionamento com outras pessoas. Dentro desse aprendizado surge a inteligência emocional que é uma troca de aprendizagens. Em razão disso, é fundamental que o professor exerça o seu papel na contribuição dessa aprendizagem, na sua relação com seus alunos: ao invés de impor respeito com o autoritarismo, deve interagir com a criança de forma a motivá-la pela busca de novos saberes e despertando o interesse por novos conhecimentos. O desenvolvimento de uma relação sabia entre professor e aluno, tem efeitos que se prolongam por toda vida, uma vez que o aprendizado não tem fim e o conhecimento será usado na evolução do individuo no sentido cultural, humano e profissional. Por outro lado, se a criança for levada a crer que é capaz de construir seu conhecimento sozinha, certamente terá problema de relacionamento com quem exerce uma função de autoridade em sua vida. Além do mais, o papel do professor não deve ser confundido com os dos pais, e vice-versa. A tarefa de educar cabe aos dois, mas em esferas diferentes. Quem tem de cuidar para que a criança tenha uma letra legível ou mantenha os cadernos em ordem é o professor, não os pais. Se a criança diz palavrões ou briga muito na escola, este é um problema dos pais, não do professor. Quando esses papeis são compreendidos e bem exercidos, a função dos pais e dos mestres complementares a educação da criança.

REFERÊNCIA
ARAUJO, Ceres. Pais que educam: uma aventura inesquecível. São Paulo: Gente,

Veja mais aqui.


Tuesday, January 06, 2015

DIRETRIZES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO INFANTIL


A EDUCAÇÃO INFANTIL – O processo educativo se baseia pela idade de 0 a 6 anos e se realiza pela: formação pessoal: trabalho de identidade e autonomia; conhecimento do mundo: construção de linguagens e interações com objetos de conhecimento, trabalhando movimento, artes visuais, música, linguagem oral e escrita, natureza e sociedade e matemática; e segue a determinação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9294/96), quando a organização por idade, de 0 a 3 anos, creches ou entidades equivalentes, e de 4 a 6 pré-escolas.

PRINCÍPIOS – Os princípios da educação infantil são: o respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas etc.; o direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil; o acesso das crianças aos bens socioculturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas expressão, à comunicação, à interação social, ao pensamento, à ética e à estética; a socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie alguma; e o atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade.

OBJETIVOS GERAIS - Os objetivos gerais da educação infantil são: desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações; • descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar; estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social; estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração; observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação; brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva; conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.

CONTEÚDOS – Conteúdos conceituais: construção de capacidade de lidar com símbolos, idéias e representações que darão sentido a sua realidade estabelecendo uma aproximação com a aprendizagem futura. Procedimentais: saber fazer, tomar decisões no percurso do fazer. Atitudinais: socializar, com atitudes de valores e normas, porem este não depende apenas da instituição, mas de todos responsáveis. Conteúdos são selecionados conforme características e necessidades de cada grupo, de forma que lhes seja significativos, devem ser trabalhos integrando com a realidade em diferentes aspectos, porém sem fragmentá-lo. Orientações Didáticas: Situam intenções e práticas que devem se nortear com: Organização do tempo: estruturadas dentro de um tempo didático, as atividades são agrupadas em modalidades permanentes, constantes relacionadas com a aprendizagem, prazer e necessidades básicas de cuidado com a criança, e sequências de atividades com conhecimentos específicos em diferentes graus de dificuldades. Projeto de trabalho: conjunto de atividades visando um conhecimento específico com objetivo de resolver um problema ou obter um resultado final. Organização do espaço e seleção de materiais: usa áreas internas e externas para desenvolver atividades propostas. Observação, registros e avaliação formativa: são instrumentos de apoio da pratica pedagógica. Podem ser feito por gravações, fotos, registros. Acompanha, orienta, regula e redireciona o processo, reorientado a pratica da educação. Portanto é sistemática com o objetivo de melhorar a ação pedagógica.

EDUCAR - A instituição de educação infantil deve tornar acessível a todas as crianças que a frequentam, indiscriminadamente, elementos da cultura que enriquecem o seu desenvolvimento e inserção social. A escola tem papel socializador, propiciando o desenvolvimento da identidade das crianças, por meio de aprendizagens diversificadas, realizadas em situações de interação. Na instituição de educação infantil, pode-se oferecer às crianças condições para as aprendizagens que ocorrem nas brincadeiras e aquelas advindas de situações pedagógicas intencionais ou aprendizagens orientadas pelos adultos. É importante ressaltar, porém, que essas aprendizagens, de natureza diversa, ocorrem de maneira integrada no processo de desenvolvimento infantil. Propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural. Auxilia desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimento das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, estéticas e éticas, na perspectiva de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis.

CUIDAR - Contemplar o cuidado na esfera da instituição da educação infantil significa compreendê-lo como parte integrante da educação, embora possa exigir conhecimentos, habilidades e instrumentos que extrapolam a dimensão pedagógica. Cuidar de uma criança em um contexto educativo demanda a integração de vários campos de conhecimentos e a cooperação de profissionais de diferentes áreas. A base do cuidado humano é compreender como ajudar o outro a se desenvolver como ser humano. Cuidar significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. O cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio que possui uma dimensão expressiva e implica em procedimentos específicos. O cuidado precisa considerar, principalmente, as necessidades das crianças, que quando observadas, ouvidas e respeitadas, podem dar pistas importantes sobre a qualidade do que estão recebendo. Os procedimentos de cuidado também precisam seguir os princípios de promoção à saúde. Para se atingir os objetivos dos cuidados com a preservação da vida e com o desenvolvimento das capacidades humanas, é necessário que as atitudes e procedimentos estejam baseados em conhecimentos específicos sobre o desenvolvimento biológico, emocional, e intelectual das crianças, levando em consideração as diferentes realidades socioculturais. Para cuidar é preciso antes de tudo estar comprometido com o outro, com sua singularidade, ser solidário com suas necessidades, confiando em suas capacidades. Disso depende a construção de um vínculo entre quem cuida e quem é cuidado.

BRINCAR - Para desenvolver a criatividade da criança é preciso oferecer ricas experiências entre elas as brincadeiras. A brincadeira é uma linguagem infantil que mantém um vínculo essencial com aquilo que é o “não-brincar”. Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. É preciso haver consciência da diferença existente entre a brincadeira e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar contribui para a interiorização de determinados modelos de adulto, no âmbito de grupos sociais diversos. As significações atribuídas ao brincar transformam-no em um espaço singular de constituição infantil. As brincadeiras de faz-de-conta, os jogos de construção e aqueles que possuem regras, como os jogos de sociedade (também chamados de jogos de tabuleiro), jogos tradicionais, didáticos, corporais etc., propiciam a ampliação dos conhecimentos infantis por meio da atividade lúdica. É o adulto, na figura do professor, portanto, que, na instituição infantil, ajuda a estruturar o campo das brincadeiras na vida das crianças. Por meio das brincadeiras os professores podem observar e constituir uma visão dos processos de desenvolvimento das crianças em conjunto e de cada uma em particular, registrando suas capacidades de uso das linguagens, assim como de suas capacidades sociais e dos recursos afetivos e emocionais que dispõem.

O PROFESSOR - Para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso, é preciso que o professor considere, na organização do trabalho educativo: A interação com crianças da mesma idade e de idades diferente sem situações diversas como fator de promoção da aprendizagem e do desenvolvimento e da capacidade de relacionar-se; Os conhecimentos prévios de qualquer natureza, que as crianças já possuem sobre o assunto, já que elas aprendem por meio de uma construção interna ao relacionar suas ideias com as novas informações de que dispõem e com as interações que estabelece; A individualidade e a diversidade; O grau de desafio que as atividades apresentam e o fato de que devam ser significativas e apresentadas de maneira integrada para as crianças e o mais próximas possíveis das práticas sociais reais; A resolução de problemas como forma de aprendizagem.

REFERÊNCIA
Brasil. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC/SEB, 2010.

Veja mais aqui.


Monday, December 15, 2014

O COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL


O COTIDIANO NA EDUCAÇÃO INFANTIL – O livro Cotidiano na Educação Infantil, promovido pelo MEC/Salto para o futuro, reúne autores como Patricia Corsino, Maria Fernanda Rezende Nunes, Angela Meyer Borba, Maria Theresa Jaguaribe de Moura e Daniela de O. Guimarães, abordando temas como educação infantil e suas instituições, funções e propostas, a linguagem na educação infantil, as brincadeiras com as palavras e as palavras como brincadeiras, a brincadeira como experiência de cultura, a brincadeira como encontro de todas as artes, espaços e experiências de educação infantil, proposta pedagógica, entre outros assuntos.

REFERÊNCIA
BRASIL. O cotidiano na educação infantil. Brasília: MEC, 2006.