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Thursday, September 25, 2014

APRENDIZAGEM INFANTIL


APRENDIZAGEM INFANTIL – O livro Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva, organizado por Aloisio Araújo, trata de temas como o capital humano, a produção do capital humano, os programação de formação na primeira infância, as intervenções na adolescência, neurobiologia, as bases neurobiológicas da aprendizagem da leitura, neuroplasticidade e aprendizagem, desenvolvimento das estruturas encefálicas envolvidas com a aprendizagem, leitura e linguagem; desenvolvimento de estruturas regionais e do comportamento e aprendizagem, capacidade da leitura relacionada às regiões específicas do cérebro, circuito temporoparietal, circuito temporo-occipital ou dia direta, leitura e momento de ativação das diferentes regiões cerebrais durante a leitura, estágios iniciais do aprendizado da leitura, processamento fonológico, processamento ortográfico, processamento semântico, neurobiologia e métodos de ensino da leitura, métodos de alfabetização, estado da arte, evidência sobre eficácia dos métodos de alfabetização, estudos sobre custo de oportunidade do uso do tempo nas classes de alfabetização, validades dos estudos sobre alfabetização em países cujas línguas possuem escritas alfabéticas, mudanças e tendências nas políticas de alfabetização no mundo, políticas de educação regular e especial no Brasil sobre os perigos de tratar as crianças ouvintes como se fossem surdas, e as surdas como se fossem ouvintes, a importância da qualidade da creche para a eficácia na promoção do desenvolvimento infantil, impactos da pré-escola no Brasil, entre outros importantes assuntos.

REFERÊNCIA
ARAÚJO, Aloisio (Org.). Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 2011.


Monday, August 11, 2014

CUIDADO COM A CRIANÇA


CUIDADO COM A CRIANÇA – No livro Neuropsicologia e as interfaces com as neurociências, organizado por Eliane Correa Miotto, Mara Cristina Souza de Lucia e Milberto Scaff, traz Umbertina Contl Reed tratando sobre transtorno do déficit de atenção e hiperativa (TDAH), Fernando Capovilla, Alessandra Capovilla e Elizeu Macedo tratando acerca da avaliação do desenvolvimento da competência de leitura em ouvintes e surdos de escolas especiais e comuns, Alessandra Capovilla e Fernando Capovilla abordando a questão da avaliação e intervenção em dislexia do desenvolvimento, Fernanda Orsati tratando sobre os novos paradigmas na avaliação neuropsicológica compreendendo uma análise dos movimentos oculares e avaliação dos transtornos invasivos do desenvolvimento, Karenina Lukasova e Elizeu Coutinho Macedo tratando sobre os novos paradigmas na avaliação neuropsicologica concernente à análise dos movimentos oculares na avaliação dos problemas de aprendizagem, Paula Catunda tratando sobre uso do método Ramain-Thiers no tratamento neuropsicologico do TDAH, e Nayara Argollo tratando sobre Bateria Nepsy na avaliação da dislexia do desenvolvimento, todos envolvendo avaliação e intervenção clínica em crianças.

REFERÊNCIA
MIOTTO, Eliane; LUCIA, Mara; SCAFF, Milberto (Orgs.). Neuropsicologia e as interfaces com as neurociências.

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Thursday, August 07, 2014

CRIANÇA - PSICODRAMA, LUDOTERAPIA E ARTETERAPIA


JOGO DRAMÁTICO E PSICOTERAPIA INFANTIL – Assinala Courtney (1980) que a criação infantil de um mundo próprio através do jogo é o fundamento par as artes. Mas, o jogo é também a linguagem natural da criança; os símbolos por ela usados são réplicas da situação de vida e, através deles, a criança aproxima seu mundo da realidade. lidando com coisas que são pequenas e inanimadas, ela pode dominar situações que pra ela são opressivas.

LUDOTERAPIA – Na ludoterapia, conforme Courtney (1980), o psicoterapeuta infantil permite a seu paciente jogar e tenta, lendo o simbolismo secundário do jogo, compreender sua linguagem simbólica e, assim, os problemas inconscientes que o acossam. Assim, o jogo compreende todas as atividades das crianças, ajuda às crianças assimilar a realidade quando essas atividades lúdicas são vistas como projeções, ou seja, expressões dos pensamentos, impulsos e motivações mais íntimos da criança que expressa significados particulares; esse jogo mostra o seu relacionamento com o mundo e o faz-de-conta passa a ser parte inerente da situação e para todos os propósitos práticos, sendo indistinguível do próprio jogo. O elemento dramático fornece a grande variedade dentro das configurações do jogo, relacionando as crianças umas às outras. Assim, o jogo dramático livre é uma expressão do inconsciente e nessa idade depende dos diferentes papeis que outros desempenham dando-lhe apoio e, com isso, pode expressar as fantasias, bem como medos e outros problemas da criança, criando um mundo próprio para dominar a realidade. Já Koudela (1984) observa que a criança evoca no jogo uma conduta na ausência de seu objetivo habitual, transformando o esquema sensório-motor em esquema simbólico, uma vez que o jogo reforça a passagem da representação em ato para a representação em pensamento. O desenvolvimento do jogo infantil mostra que o símbolo na criança se desenvolve através de fases que conduzem a um crescente realismo. Isso porque ao jogar a criança acredita no que quer.

PSICODRAMA – Para Hug e Fleury (2008), Cortney (1980), Rebouças (2008) e Gonçalves (1988), o psicodrama é uma psicoterapia na qual a criança tem oportunidade de se expressar e de se relacionar por meio da brincadeira e do jogo. O que o caracteriza e o diferencia tecnicamente de outras ludoterapias é o preparo do terapeuta para se prontificar, propor cenas, jogos, procedimentos dramáticos e dirigi-los com cenários, ações, favorecendo o brincar, o desenvolvimento da fala e o surgimento o inconsciente. Criado por Moreno quando contava histórias improvisadas para crianças nos jardins de Viena, sempre valorizou o jogo de papéis e o faz-de-conta na infância, procurando mostrar sua importante no desenvolvimento da personalidade. As teorias e técnicas do psicodrama atribuem à atuação da criança em papeis, imaginários e sociais, em interação com papeis desempenhados por outros, terapeutas ou membros do grupo, o poder de desenvolver sua criatividade e, portanto, o gosto pela vida.

ARTETERAPIA – Para Païn e Jarreau (1996), é o tratamento psicoterapêutico que utiliza como mediação a expressão artística, seja dança, teatro, música, literatura, pintura, desenho, máscaras, marionetes, gravuras, modelagens, entre outras. Trata-se de um trabalho que se orienta de acordo com várias tendências e o papel do arteterapeuta é acompanhar o processo do paciente, ser testemunha de sua aventura, ajudá-lo a superar os obstáculos encontrados, considerando-os, ao mesmo tempo, de um ponto de vista subjetivo e objetivo. Para isso, é preciso que haja normas para, por um lado, observar os sujeitos que estão realizando uma atividade criativa e, por outro, decidir a oportunidade e o conteúdo das intervenções. O número de participantes deve ser apropriado de maneira que permita ao terapeuta acompanhar as alternativas da criatividade. A atenção deve ser aberta, sem antecipação, sensível à ressonância afetiva e representativa. Trata-se de uma concentração imaginária centrada no sujeito.

REFERÊNCIAS
COURTNEY, Richard. Jogo, teatro & pensamento. São Paulo: Perspectiva, 1980.
GONÇALVES, Camila Salles. Psicodrama analítico com crianças. In: GONSALVES, Camilla (Org.). Psicodrama com crianças: uma psicoterapia possível. São Paulo: Ágora, 1988.
HUG, Edward; FLEURY, Heloisa. Psicodrama transformador na mudança terapêutica: diretrizes e recomendações. In: FLEURY, Heloisa; KHOURI, Georges; HUG, Edward; Psicodrama e neurociência: contribuições para a mudança terapêutica. São Paulo: Ágora, 2008.
KOUDELA, Ingrid. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984;
PAÏN, Sara; JARREAU, Gladys. Teoria e técnica da arte-terapia: a compreensão do individuo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
REBOUÇAS, Rosana. Os objetos intermediário e intra-intermediario na psicoterapia psicodramática infantil em um caso de transtorno global do desenvolvimento. In: FLEURY, Heloisa; KHOURI, Georges; HUG, Edward; Psicodrama e neurociência: contribuições para a mudança terapêutica. São Paulo: Ágora, 2008.

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Monday, June 09, 2014

APRENDIZAGEM INFANTIL


APRENDIZAGEM INFANTIL – A obra Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva, coordenada por Aloisio Araujo aborda temas sobre Educação Infantil, Neurociências, Psicologia Cognitiva, tratando sobre o capital humano, neurobiologia, métodos de estudo, neuroplasticidade e aprendizagem, estruturas encefálicas, leitura e linguagem, desenvolvimento do comportamento e aprendizagem, circuito temporoparietal, circuito temporo-occipital ou via direta, processamento fonológico, processamento ortográfico, processamento semântico, métodos de ensino da leitura, métodos de alfabetização, entre outros importantes assuntos.

REFERÊNCIAS
ARAUJO, Aloisio (Cord). Aprendizagem infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 2011.

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